
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Aulas em UTI
Bom dia doutores, este site é do Serviço de Terapia Intensiva do Hospital do Servidor Público Estadual - Francisco Morato de Oliveira - HSPE FMO. Este link abaixo é repleto de aulas que podem ser assistidas na comodidade de sua residência, sem custos adicionais. Vale apena conferir ! Abraço e boa semana a todos...


quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Peridural moderna
Eis mais uma forma interessante que acharam para se fazer peridural. Deve ser parecido com dirigir carro automático, sem tirar aos mãos da direção ( da agulha) ... hehehe
Quem tiver mais interesse pode acessar http://www.youtube.com/watch?v=HewhJQlpbSg&feature=related e conferir matéria a respeito.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Mártires da Anestesiologia

Mártires da Anestesiologia
Os pioneiros da anestesiologia tiveram de aprender a conviver com a possibilidade de uma complicação que não envolvia somente a integridade do paciente, mas também a sua.
Durante mais de um século os anestésicos inflamáveis fizeram parte do pior pesadelo do anestesiologista. O primeiro relato de fogo devido a um agente anestésico ocorreu em 1850, durante uma cirurgia facial em que foi utilizado o éter. Desde então, muitos casos de fogo e explosões foram relatados, causados pelo éter, pelo acetileno, pelo etileno e pelo ciclopropano1. Relatos de morte e destruição se tornaram freqüentes depois que a prática de administrar o oxigênio, em vez do ar, se tornou rotineira. Muitos incidentes não foram relatados e os que foram publicados não traziam detalhes essenciais.
Os compêndios de anestesiologia do século passado apresentavam capítulos especiais sobre explosão e fogo decorrentes destes anestésicos inalatórios, como este texto extraído de um livro da década de 502:
“Uma explosão anestésica ocorre devido à rápida combustão de vapores ou gases usualmente detonados por faísca ou calor. A presença de fogo ou explosão dependerá da mistura de oxigênio adicionada ao gás inflamável. A incidência é provavelmente maior do que se supõe, pois se o paciente ou staff sofreram queimaduras graves ou morreram, será improvável que este acidente seja relatado ou encontrado em uma busca na literatura médica. Woodbridge (1939), nos Estados Unidos, estimou que explosões ocorram entre 2 a 4 para cada 100.000 anestesias, e Pinson (1930), relatou em torno de 100 casos de queimaduras ou explosões por éter a cada ano na Grã-bretanha.”
Com a exceção do clorofórmio e do trilene, todos os demais anestésicos inalatórios eram potencialmente explosivos.
Para que uma explosão ocorresse o gás que estava no sistema necessitava de uma fonte externa de calor, escape de gases entre as conexões de metal ou através das válvulas expiratórias parcialmente ocluidas, especialmente quando a respiração estava sendo assistida.
O ciclopropano era considerado o gás mais perigoso, não por ele causar mais danos que a mistura éter-oxigênio, mas porque a energia necessária para uma faísca para a sua ignição era muito menor que aquela requerida para uma explosão com éter.
O perigo do uso de misturas explosivas com a diatermia, o cautério, os motores elétricos e os contatos metálicos poderiam ser evitados, mas a faísca por estática constituía uma das principais fontes de ignição.
Outras fontes de ignição eram os interruptores e tomadas de força. Devido às propriedades físico-químicas do éter, ao longo dos anos as tomadas de força deixaram de ser instaladas próximas do piso, onde o este gás ficava acumulado.
A morte de pacientes que sofreram danos devido a uma explosão, não era sempre imediata, um intervalo de algumas horas poderia decorrer até que os resultados do trauma fossem aparentes. Estes pacientes morriam por danos pulmonares, como observado em inúmeros acidentes durante a segunda grande guerra2. Os exames anatomopatológicos destes pulmões mostravam hemorragia intersticial difusa. Sangue podia ser encontrado na traquéia e brônquios e queimaduras superficiais da pele poderiam ser visíveis.
Em 1953, após vários relatos e com a finalidade de prevenir futuros acidentes, a Sociedade Brasileira de Anestesiologia organizou uma comissão que conjuntamente com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) elaboraram normas para o manuseio de gases comprimidos medicinais3.
Um dos casos mais trágicos da anestesiologia mundial, ocorreu em 6 de maio de 1963 em Santiago do Chile. Uma explosão provocada pelo ciclopropano vitimou no local e nos dias que se seguiram, dois pacientes pediátricos, dois anestesiologistas e dois ortopedistas. Além das vitimas fatais e danos materiais, vários auxiliares desenvolveram seqüelas que impossibilitaram o retorno a suas atividades normais4. Após este evento o ciclopropano foi proibido no Chile. Durante o XXIV Congresso Latinoamericano de Anestesiologia realizado em 1997 naquela cidade, foram feitas homenagens aos intitulados “Mártires de la Anestesiologia”.
Felizmente, há algumas décadas os agentes anestésicos inflamáveis deram lugar aos halogenados e deixaram de ser utilizados, passando a ter somente interesse histórico. No entanto, o fogo e a explosão de outras causas, como por exemplo: gases intestinais, agentes esterilizantes e durante a cirurgia a laser, entre outros, continuam a ser relatados.
Dr.Carlos Rogério Degrandi Oliveira, TSA
Co-responsável pelo CET em Anestesiologia da Santa Casa de Santos; Membro da Comissão Científica da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo; Membro da Comissão de Normas Técnicas e Segurança em Anestesia da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (CNTSA)
Artigo autorizado pelo autor Dr. Rogério Degrandi
Respiração Pulmonar

Quando se fala em volume corrente deve-se lembrar que um ciclo respiratório envolve a entrada e saída de ar dos pulmões ( ventilação) e que durante um minuto de 12 a 18 ciclos podem ocorrer. Diversos fatores tais como o sono, a dor, as emoções, o choro , a fonação, as necessidades metabólicas podem modificar a ventilação recebendo então, denominações especiais:
PNÉIA - sufixo relativo à respiração (ventilação): EUPNÉIA = respiração normal, sem
qualquer sensação subjetiva de desconforto.
TAQUIPNÉIA: aumento da freqüência respiratória
BRADIPNÉIA: diminuição da freqüência respiratória
HIPERVENTILAÇÃO: aumento da ventilação global, mais corretamente, aumento da
ventilação alveolar além das necessidades metabólicas
HIPOVENTILAÇÃO: diminuição da ventilação global, ou seja, diminuição da ventilação dos
alvéolos aquém das necessidades metabólicas.
APNÉIA: parada dos movimentos respiratórios ao final de expiração basal
APNEUSE: interrupção dos movimentos respiratórios ao final da inspiração
DISPNÉIA: respiração laboriosa, sensação subjetiva de dificuldade respiratória.
sábado, 10 de julho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Laringoscópio óptico
Observem este laringoscópio importado da Espanha que já chegou ao nosso mercado e tem a proposta de permitir diminuição da classificação de Cormack-Lehane para aqueles pacientes com previsão de entubação difícil. O mesmo pode ser acoplado a monitor com transmissão de imagem por radiofrequência, mas também permite boa visualização direta por seu visor. Quando ligado ativa iluminação branca em sua ponta e, apesar de ser oferecido como descartável, pode aparentemente ser reutilizado após adequada esterilização, tendo uma célula que funciona por 90 minutos de utilização do aparelho. Bem interessante. Vale a pena conferir este link do fornecedor, onde encontram-se textos e vídeos desta novidade.
Operando com o TOF
Ainda sobre o assunto de bloqueio neuromusucular achei conveniente também enviar vídeo demonstrando operacionalização do TOF (train of four). Bom vídeo.
Sugamadex
Quem esteve no COPA deste ano (2010) teve a oportunidade de assistir ao lançamento oficial do Sugamadex, um antagonista específico dos bloqueadores musculares rocurônio e vecurônio, que traz a inovadora possibilidade de descurarização rápida diante de uma situação como "não entuba-não ventila", por exemplo. Segundo informações por mim colhidas a ampola deve estar chegando ao nosso mercado com um preço em torno de R$ 270,00. Esperamos poder fazer bom uso desta nova droga.
Segue um vídeo em inglês explicando o funcionamento deste novo fármaco. Bom proveito.
sábado, 15 de maio de 2010
Bloqueio interpleural
Eis uma boa alternativa para controle da dor pós-operatória de cirurgias de mama, por exemplo. Trata-se do bloqueio interpleural. Além do vídeo demonstrando sua realização, segue neste link um trabalho cintífico, onde compara-se bloqueio intercostal versus bloqueio interpleural para obtenção de analgesia pós-operatória de colecistectomia aberta.
Peridural guiada por som
Vejam que interessante essa técnica de realizar peridural com equipamento que afere a pressão entra a ponta da agulha de Tuohy e os planos nos quais a mesma encontra-se. Vale a pena conferir.
Pulmões e PEEP
Como algumas pessoas só acreditam vendo, aí vai um vídeo que demonstra a importância da PEEP durante a ventilação mecânica. Basta ver pra crer...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Biografia de August Bier
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Mobilização Nacional pelo Reajuste da Bolsa

A Associação Nacional de Médicos Residentes – ANMR – convoca todos os médicos residentes do Brasil para que se unam e participem da Campanha de Mobilização Nacional pelo Reajuste da Bolsa. Nos dias 13,14 e 15 os Estados realizarão uma série de paralisações para alertar a sociedade e o governo sobre a situação atual da residência médica.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Circulação extracorpórea
A circulação extracorpórea(C.E.C.) é utilizada em mais de 80% das cirurgias intracardíacas . É uma técnica aplicada mundialmente nos casos em que o coração precisa parar de bater (cardioplegia) para que a cirurgia seja realizada. O sangue é desviado para a máquina, que faz o papel do pulmão, de oxigenar o sangue, e do coração, de bombeá-lo. Já existem equipes no mundo todo inclusive no brasil que fazem 100% das cirugias de revascularização do miocárdio sem usar a C.E.C.. (Esta tecnica esta limitada a revascularização da parede anterior, lateral e inferior do miocardio, sendo praticamente impossivel revascularizar a parede posterior do muiocardio sem o auxilio da C.E.C.. Perfusão é o nome dado pelos que atuam na area. A Circulação Extracorporea é uma especialidade da medicina e todos os cirurgiões cardiovasculares tem de conhecer a técnica, sendo necessário para isto a realização de um curso específico. Todo o profissional que atua na C.E.C. deve ter curso superior dentro da área de saude( enfermeiros,médicos, biomédicos, farmacêutico-bioquímico) e possuir titulo de especialista em Circulação Extracorpórea emitido pela Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea. O profissional que opera a máquina de circulação extracorpórea é chamadado de perfusionista.
Os fundamentos da circulação extracorpórea são dadas neste site, com a possibilidade também que fazer o download do livro Fundamentos da CEC dos autores Maria Helena e Décio Elias, click no link acima , vale a pena conferir...
Os fundamentos da circulação extracorpórea são dadas neste site, com a possibilidade também que fazer o download do livro Fundamentos da CEC dos autores Maria Helena e Décio Elias, click no link acima , vale a pena conferir...
sábado, 20 de março de 2010
Anestesia em situações de urgência
domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Detalhes transfusionais
Quanto a hemotransfusão devemos lembrar de dois conceitos básicos e essencias:
- não transfundir concentrado de hemáceas (CH) com soro glicosado (pode ocasionar hemólise)
- não transfundir hemoderivados com Ringer Lactato, pois contém cálcio e pode reagir com o citrato do CH induzindo sua coagulação...
- não transfundir concentrado de hemáceas (CH) com soro glicosado (pode ocasionar hemólise)
- não transfundir hemoderivados com Ringer Lactato, pois contém cálcio e pode reagir com o citrato do CH induzindo sua coagulação...
O que o sangue falou para o SF 0,9%???
Detalhes tão pequenos de nós dois, são coisas muito grandes pra esquecer...
Detalhes tão pequenos de nós dois, são coisas muito grandes pra esquecer...
Diferenças racias e reações idiossincrásicas em anestesia
Trata-se de artigo bastante interessante publicado na revista brasileira de anestesiologia abordando marcantes diferenças medicamentosas raciais. Vale a pena conferir e, a partir da leitura, melhor escolher determinadas drogas em relação a etnia de seu paciente, trazendo-lhe maior segurança ao ato anestésico quanto ao uso das mesmas.
domingo, 7 de março de 2010
Endoscopia do canal vertebral
Endoscopia do canal vertebral - epiduroscopy (EDS) - provou ser um seguro, eficiente e futuro procedimento endoscópico intervencionista orientadas para o uso clínico diário no diagnóstico e gerenciamento de síndromes dolorosas.
Epiduroscopy pode ser usado na região sacral, região lombar, torácica e até mesmo da coluna cervical para identificar as estruturas patológicas, realizar biópsias de tecidos e realizar testes de provocação de dor epidural avaliando a relevância dor de anomalias visualizadas, tornando-se uma excelente ferramenta de diagnóstico.
Esteprocedimento permite fazer uma terapia alvo farmacológica (analgésica peridural) para as raízes do nervo afetado ou de outras regiões dolorosas no espaço peridural.
As opções de tratamento fornecido pelo epiduroscopy incluir laser, colocação de cateteres para analgesia , ressecção de fibras dolorosas, assim como o apoio a outros procedimentos invasivos para alívio da dor.
O profissional que faz este procedimento esta envolto na filosofia multimodal o que abri novas estratégias de tratamento para os pacientes.
Epiduroscopy pode ser usado na região sacral, região lombar, torácica e até mesmo da coluna cervical para identificar as estruturas patológicas, realizar biópsias de tecidos e realizar testes de provocação de dor epidural avaliando a relevância dor de anomalias visualizadas, tornando-se uma excelente ferramenta de diagnóstico.
Esteprocedimento permite fazer uma terapia alvo farmacológica (analgésica peridural) para as raízes do nervo afetado ou de outras regiões dolorosas no espaço peridural.
As opções de tratamento fornecido pelo epiduroscopy incluir laser, colocação de cateteres para analgesia , ressecção de fibras dolorosas, assim como o apoio a outros procedimentos invasivos para alívio da dor.
O profissional que faz este procedimento esta envolto na filosofia multimodal o que abri novas estratégias de tratamento para os pacientes.

